Escuta de verdade
Antes de qualquer ferramenta, entender quem você é e o que está em jogo. Nada é decidido sem contexto.
Nada de pacote pronto. Cada trabalho começa com uma conversa e é desenhado a partir do seu momento.
Uma conversa sem compromisso para entender o momento, o incômodo e o que você espera mudar.
Pode ser por chamada de vídeo ou presencialmente. Nesta etapa, eu escuto mais do que falo: quero entender o contexto, o que você já tentou e o que significa, para você, dar certo.
O que você leva: Clareza sobre se este é o momento certo e qual formato faz mais sentido.
Definimos formato, duração e prioridades — mentoria, treinamento de equipe ou palestra.
Com base na conversa, apresento uma proposta clara: objetivos, formato, número de encontros e o que será entregue. Para empresas, esta etapa pode incluir um diagnóstico de atendimento.
O que você leva: Um plano por escrito, com prioridades e expectativas alinhadas desde o início.
Encontros com pauta, tarefas entre sessões e revisão do que já mudou na prática.
Cada encontro tem um objetivo definido. Entre as sessões, você aplica o que foi combinado e, na conversa seguinte, revisamos o que funcionou, o que travou e qual é o próximo passo.
O que você leva: Mudança que aparece na rotina — e não só no entusiasmo do primeiro dia.
Antes de qualquer ferramenta, entender quem você é e o que está em jogo. Nada é decidido sem contexto.
Diagnósticos honestos e prioridades bem definidas, para você saber exatamente onde concentrar energia.
Acompanhamento com pauta e revisão, para que a mudança saia do papel e se sustente no dia a dia.
Não. Muitas pessoas chegam apenas com um incômodo. A conversa inicial serve justamente para dar nome ao que está acontecendo e decidir, juntos, por onde começar.
Depende do objetivo e do formato. Uma palestra acontece em um único encontro; mentorias e treinamentos são planejados em ciclos. A duração é definida no plano de trabalho, antes de começarmos.
Os dois formatos são possíveis. Atendo em Brasília e também online — o formato é combinado na conversa inicial, de acordo com a sua rotina ou a da sua equipe.
Sim. O trabalho é adaptado à realidade de cada negócio, do pequeno comércio à empresa com várias equipes. O que muda é o formato e a profundidade do diagnóstico.
Não. A fé faz parte de quem eu sou e da minha missão, mas o processo respeita a sua história, as suas convicções e o seu ritmo.
O investimento depende do formato e da duração. Depois da conversa inicial, você recebe uma proposta clara, sem compromisso.
Me conte em duas linhas onde você está hoje. A partir daí a gente descobre junto por onde começar.